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jun 02

Festas Juninas

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Quem não gosta deste período de festas juninas e julinas?
É um momento oportuno para celebração da cultura popular brasileira vivenciada nos meses de junho e julho, com suas gostosas comidas típicas, músicas alegres e roupas coloridas. E foi pensando nesta Tradicional Festividade que o Mosteiro da Luz celebra festas juninas e julinas com a organização das monjas concepcionistas. Essa tradicional festa que foi trazida para o Brasil por influência dos portugueses no século XVI, é uma excelente oportunidade para quem procura na cidade de São Paulo interação com celebrações que passam de geração a geração, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural.
A celebração das festas juninas e julinas acontecerão durante todos os finais de semana de junho e nos dias 6, 7, 13 e 14 de julho de 2019, e conta com o essencial voluntariado que dedicam seu tempo e conhecimento em prol da cultura brasileira.
O agradável ambiente é uma opção típica para toda família. Além de um encontro familiar, durante os dias de festividades, os convidados poderão contemplar o “Patrimônio Material e Imaterial” que compõem o Bairro da Luz, sobretudo, agregar mais conhecimento sobre este significativo Patrimônio Tombado pelo Iphan em 1938. O Mosteiro da Luz é um importante símbolo para cidade de São Paulo, que resiste às intempéries há 245 anos, desde a sua fundação, em fevereiro de 1774, – que faz parte da Ordem da Imaculada Conceição – fundada por Santa Beatriz da Silva, no século XV, em Toledo, na Espanha. “Guardiãs do Mosteiro,” as monjas concepcionistas, dedicam-se à vida contemplativa e vivem em clausura monástica, reclusas no convento que fora projetado e construído por Frei Galvão, na época, Brasil colônia.
Frei Galvão, como é mais conhecido, foi beatificado pelo Papa João Paulo II, no dia 25 de outubro de 1998, em Roma e canonizado por Bento XVI, durante sua visita ao Brasil, em maio de 2007.
Na capela de Frei Galvão, diante do altar-mor, encontra-se o túmulo com os restos mortais do primeiro santo brasileiro de nome completo, Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, local que é motivo de peregrinação de muitos fiéis que chegam para fazer suas orações e pedidos ao santo milagroso, além de retirar as pílulas da fé, gratuitamente.
Apesar do Mosteiro da Luz estar localizado numa avenida muito movimentada, a Tiradentes, seu interior é um espaço convidativo à meditação. Diante deste contexto de fé e história, as festas juninas e julinas oferecerão delícias típicas. Além disso, os visitantes poderão aproveitar o dia para conhecer o Museu de Arte Sacra de São Paulo e o Presépio Napolitano, ambos ficam no conjunto arquitetônico do Mosteiro da Luz, localizado na região central da capital paulista.
Festas Juninas e Julinas do Mosteiro da Luz
End.: Avenida Tiradentes, 676 – Luz – São Paulo
Horário: das 14h às 20h, aos sábados e domingos – ao lado da estação Tiradentes
Datas: 08, 09, 15, 16, 22, 23, 29 e 30 de junho e 6, 7, 13, 14 de julho
Para mais informações, entre em contato com Roberto Rabello no número (11) 95486-5294

Foto: Iran Monteiro/Divulgação

abr 28

Ressurreição do Senhor

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abr 28

Vigilia Pascal

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abr 28

Paixão e Morte de Nosso Senhor

Paixão e Morte de Nosso Senhor

abr 25

Santa Ceia do Senhor

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abr 18

Domingo de Ramos

Domingo de Ramos

abr 07

Vigilia Pascal

Vigilia pascalvigilia pascal 2019

abr 07

Semana Santa

vigilia pascal 2019 --

 

semana santa

mar 20

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fev 25

Dia de Cinzas

cinzasDia de Cinzas

 Por que se impõe as cinzas?

A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:

“O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Deve-se ajudar os fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

 

 

 

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